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	<title>Blog &#124; PortoAlegre.cc &#187; Ações</title>
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	<description>Este é o blog do PortoAlegre.cc um espaço de colaboração cidadã, onde você pode conhecer, debater, inspirar e transformar a própria cidade. Participe.</description>
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		<title>Serenata Redenção Iluminada – Ano II</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 17:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Convivência]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
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		<category><![CDATA[serenata redenção iluminada]]></category>

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		<description><![CDATA[Dessa causa cadastrada no PortoAlegre.cc, pela Renata Beck, aconteceu a primeira edição da Serenata Redenção Iluminada. Um ano depois, queremos repetir o feito, para pensar e repensar as questões propostas na causa da Renata e também a convivência em Porto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial, sans-serif"><a href="http://portoalegre.cc/causas/urbanismo/serenata-redencao-iluminada/2143" target="_blank">Dessa causa</a> cadastrada no <a href="http://portoalegre.cc" target="_blank">PortoAlegre.cc</a>, pela <strong>Renata Bec</strong>k, aconteceu a primeira edição da <strong>Serenata Redenção Iluminada</strong>. Um ano depois, queremos repetir o feito, para pensar e repensar as questões propostas na causa da Renata e também a <strong>convivência</strong> em Porto Alegre.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif">A ideia original da Serenata era reunir o maior número de pessoas no parque, à noite, para chamar a atenção das autoridades sobre a <strong>falta de iluminação</strong> no local, problema que afasta as pessoas do convívio noturno e aumenta a <strong>insegurança</strong> de quem passa pela Redenção ao cair da noite. Além do mais, porque não ocupar o parque à noite? Assim, <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2012/06/manifestacao-para-incentivar-o-uso-da-redencao-tambem-a-noite-leva-luzes-e-musica-ao-parque-3777968.html" target="_blank">aconteceu a primeira edição</a>, que reuniu cerca de <strong>2000 pessoas</strong> ocupando a Redenção com muita luz, música e sorrisos. Mas o movimento não parou por aí. Alguns dias depois, no dia 23 de junho, uma<strong> edição junina</strong> da Serenata foi organizada e <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2012/06/serenata-junina-iluminada-reune-porto-alegrenses-no-parque-da-redencao-3800317.html" target="_blank">4000 pessoas foram ao parque</a> comemorar, ocupar e conviver.</span></p>
<div id="attachment_1197" class="wp-caption aligncenter" style="width: 454px"><a href="http://blog.portoalegre.cc/serenata-redencao-iluminada-ano-ii/serenata1-mariano-beck/" rel="attachment wp-att-1197"><img class="size-medium wp-image-1197" src="http://blog.portoalegre.cc/wp-content/uploads/2013/05/serenata1-mariano-beck-444x333.jpg" alt="" width="444" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Mariano Beck</p></div>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif">Um ano depois, temos nos deparado com notícias tristes e chocantes de crimes na Redenção. No dia 04 de maio, o advogado trabalhista <strong>José Augusto Amorim</strong> <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/policia/noticia/2013/05/misterio-cerca-ataque-brutal-na-redencao-4135002.html" target="_blank">foi esfaqueado na cabeça</a> enquanto caminhava pela Redenção. Alguns dias depois, outro crime aconteceu: <strong>Jorge Luciano Soares de Oliveira</strong> <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/noticia/2013/05/homem-e-morto-no-parque-da-redencao-em-porto-alegre-4135256.html" target="_blank">foi assassinado no parque</a>, na madrugada do dia 12 de maio. Ambos os crimes estão sendo investigados. Mas é claro que a população está assustada, e <strong>o medo só afasta as pessoas das ruas</strong>.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif">Fatos como esses, lamentáveis, chamam ainda mais a atenção para a <strong>necessidade de iluminação e segurança na Redenção</strong> e, além disso, para a necessidade de <strong>ocuparmos os espaços públicos</strong>, evitando assim a multiplicação desse tipo de acontecimento. A convivência não precisa acontecer apenas durante o dia. O parque é da cidade, e pelos cidadãos pode e deve ser ocupado, a qualquer momento.</span></p>
<div id="attachment_1198" class="wp-caption aligncenter" style="width: 572px"><a href="http://blog.portoalegre.cc/serenata-redencao-iluminada-ano-ii/serenata2_marianobeck/" rel="attachment wp-att-1198"><img class="size-medium wp-image-1198" src="http://blog.portoalegre.cc/wp-content/uploads/2013/05/serenata2_marianobeck-562x333.jpg" alt="" width="562" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Mariano Beck</p></div>
<p><strong>Para pensar a convivência na Serenata, em Porto Alegre</strong></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">Porto Alegre possui um Código de Posturas, de 1975, que está passando por um processo de atualização através de uma Comissão Especial instituída pela Presidência da Câmara Municipal de Vereadores. A revisão dessa lei de 75 está sendo discutida junto com a população, através da Constituinte do Cotidiano, que irá trabalhar através de audiências públicas e de grupos temáticos.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #123123"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">O PortoAlegre.cc está cuidando do grupo temático de </span></span></span><strong><span style="color: #123123"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">Participação, Colaboração e Voluntariado </span></span></span></strong><span style="color: #123123"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">e, <a href="http://blog.portoalegre.cc/encontro-de-voluntarios-no-marinha/" target="_blank">no dia 27 de abril, promoveu um encontro ao ar livre</a> com voluntários que estão dispostos a trabalhar os desafios da convivência em Porto Alegre. Durante o encontro, algumas ações foram propostas e debatidas, e ficou clara a necessidade de se trabalhar com base na busca pelo </span></span></span><strong><span style="color: #123123"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">respeito </span></span></span></strong><span style="color: #123123"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">e pela </span></span></span><strong><span style="color: #123123"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">tolerância</span></span></span></strong><span style="color: #123123"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">, através da </span></span></span><strong><span style="color: #123123"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">educação </span></span></span></strong><span style="color: #123123"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">e da </span></span></span><strong><span style="color: #123123"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">necessidade de mudança cultural </span></span></span></strong><span style="color: #123123"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">por parte dos cidadãos de Porto Alegre.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">Das conversas entre os voluntários, foram eleitos os seguintes desafios:</span></span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small"><span style="color: #333333">Ocupação de Espaços Públicos e acessibilidade</span><br />
<span style="color: #333333">Lixo</span><br />
<span style="color: #333333">Poluição Visual<br />
Boemia e Cultura com Silêncio<br />
Convivência no Trânsito<br />
Impacto de Obras<br />
Vizinhança segura e a Guarda Municipal</span></span></span></span></strong></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif">Nosso objetivo em realizar mais uma edição da Serenata Iluminada é parte desse movimento para pensar a convivência na cidade, além de novamente chamar a atenção não só das autoridades responsáveis, mais de toda a população, para temas como iluminação pública, segurança, ocupação de espaços públicos e vários outros tópicos relacionados com os desafios propostos nos encontros de voluntários. Para isso, queremos convidar a todos para ocupar a Redenção no dia 1º de junho. </span></p>
<p><span style="font-size: small;font-family: Arial, sans-serif">Leve sua lanterna, instrumentos musicais e outras manifestações artísticas e faça parte desse encontro que vai misturar alegria, expressão e reflexão sobre o uso dos espaços públicos de nossa cidade.</span></p>
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		<title>Encontro de voluntários no Marinha</title>
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		<comments>http://blog.portoalegre.cc/encontro-de-voluntarios-no-marinha/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 01:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Causas]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
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		<description><![CDATA[O sábado foi lindo, pelo clima e pela disposição de cerca de 30 pessoas que participaram da reunião de voluntários que propomos para pensar a convivência em Porto Alegre. Para quem ainda não está totalmente por dentro do assunto, vamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sábado foi lindo, pelo clima e pela disposição de cerca de <strong>30 pessoas</strong> que participaram da <strong>reunião de voluntários</strong> que propomos para pensar a <strong>convivência</strong> em Porto Alegre.</p>
<p>Para quem ainda não está totalmente por dentro do assunto, vamos esclarecer: Porto Alegre possui um Código de Posturas, de 1975, que está passando por um processo de atualização através de uma Comissão Especial instituída pela Presidência da Câmara Municipal de Vereadores. A revisão dessa lei de 75 será discutida junto com a população, através da Constituinte do Cotidiano, que irá trabalhar através de audiências públicas e de grupos temáticos.</p>
<p>O <a href="http://portoalegre.cc" target="_blank">PortoAlegre.cc</a> está cuidando do grupo temático de <strong>Participação, Colaboração e Voluntariado</strong> e, no sábado, promoveu um encontro ao ar livre com voluntários que estão dispostos a trabalhar os desafios da convivência em Porto Alegre. Contamos também com a participação do <strong>vice-prefeito Sebastião Mello</strong>, que destacou a importância dos encontros que o grupo está propondo e garantiu sua participação nas atividades. Durante o encontro, algumas ações foram propostas e debatidas, e ficou clara a necessidade de se trabalhar com base na busca pelo <strong>respeito</strong> e pela <strong>tolerância</strong>, através da <strong>educação</strong> e da <strong>necessidade de mudança cultural</strong> por parte dos cidadãos de Porto Alegre.</p>
<p>Nossa primeira ação será no dia<strong> 1º de junho</strong>, com mais uma edição da<strong> Serenata Redenção Iuminada</strong>. A ideia surgiu da <a href="http://portoalegre.cc/causas/urbanismo/serenata-redencao-iluminada/2143" target="_blank">causa cadastrada pela Renata Beck</a>, que esteve conosco no sábado, e no ano passado reuniu mais de 2.000 pessoas na primeira edição e mais de 4.000 pessoas no parque na segunda vez em que foi realizada. Esse ano o objetivo é trabalhar não só o tema da ocupação pública, nosso primeiro desafio, mas também os outros desafios propostos.</p>
<p>A partir de agora o grupo está engajado em trabalhar os temas, com o objetivo de melhorar a convivência na cidade e chamar os cidadãos para contribuírem com o novo Código de Convivência. O debate é aberto e as sugestões podem ser encaminhadas por aqui, pela nossa <a href="https://www.facebook.com/poa.cc" target="_blank">fanpage</a> e também pelo <a href="http://convivenciaurbana.com.br" target="_blank">blog do Código de Convivência</a>.</p>
<p>Participe opinando, ajudando e fazendo parte das ações. Em breve vamos divulgar os próximos passos. <img src='http://blog.portoalegre.cc/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>E como ficou a causa do Centro Cultural da Zona Sul?</title>
		<link>http://blog.portoalegre.cc/e-como-ficou-a-causa-do-centro-cultural-da-zona-sul/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 13:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Causas]]></category>
		<category><![CDATA[causa]]></category>
		<category><![CDATA[centro cultural zona sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Texto de Jacqueline Custódio &#8211; criadora da causa do Centro Cultural da Zona Sul.   Foto: Ana CBarcellos Agora, em 12 de maio, vai fazer um ano que fizemos um grande evento, convocando a cidade para conhecer o projeto de criação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Texto de Jacqueline Custódio &#8211; criadora da <a href="http://portoalegre.cc/causas/cultura/centro-cultural-zona-sul/1885" target="_blank">causa do Centro Cultural da Zona Sul</a>.  </strong></p>
<p><strong>Foto: Ana CBarcellos</strong></p>
<p>Agora, em <strong>12 de maio</strong>, vai fazer <strong>um an</strong>o que fizemos um <a href="https://www.facebook.com/events/114277598708064/" target="_blank">grande evento</a>, convocando a cidade para conhecer o projeto de criação do Centro Cultural Zona Sul e, acima de tudo, o lindo complexo arquitetônico que um dia foi o Artesanato Guarisse. No piquenique chamado através de redes sociais e surgido de uma oficina promovida pelo <a href="http://portoalegre.cc" target="_blank">PortoAlegre.cc</a>, a comunidade, além de gente de outros bairros e da própria prefeitura de Porto Alegre, se posicionou pela criação desse espaço cultural.</p>
<p><a href="http://blog.portoalegre.cc/e-como-ficou-a-causa-do-centro-cultural-da-zona-sul/piquenique/" rel="attachment wp-att-1069"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1069" src="http://blog.portoalegre.cc/wp-content/uploads/2013/04/piquenique-499x333.jpg" alt="" width="499" height="333" /></a></p>
<p>Contudo, poucas semanas depois, através da imprensa, ficamos sabendo que tinha havido uma espécie de partilha dos prédios, tendo ficado o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) com o maior e mais bonito prédio e, os outros três, para o Centro Comunitário de Desenvolvimento (CCD), SATED e Secretaria Municipal de Indústria e Comércio (SMIC). Além disso, conforme a notícia, a divisão era fruto de uma audiência publica, da qual a entidade que estava tomando conta do local, CCD, não tinha conhecimento.</p>
<p>Inconformados, fomos atrás de explicações. Primeiro, da Secretaria Estadual da Cultura, pois as informações haviam vindo dessa fonte. Como não responderam emails, protocolamos um pedido de informação que jamais foi respondido (SEDAC 3876 de 03/08/12). Conseguimos uma audiência com o Secretário Estadual do Gabinete dos Prefeitos e Relações Federativas, Afonso Motta, para que ele intercedesse junto à Casa Civil, que anteriormente estava na negociação do CCZS e havia sido favorável à sua criação.</p>
<p>Em <strong>21 de agosto de 2012</strong>, em uma reunião chamada pela Casa Civil, foi firmado um termo de cessão de uso de área pública constituindo o Complexo Cultural Zona Sul. A proposta era que as entidades cessionárias desenvolvessem projetos vinculados ao Estado e à Prefeitura e assumissem a recuperação e a posterior manutenção dos espaços de forma individualizada. Para isso, deveria ser criado um condomínio para a manutenção das áreas comuns. O próximo passo seria o Estado e a Prefeitura se reunirem para formalizar a cessão de uso, pois o imóvel pertence integralmente ao Estado. Depois, a Prefeitura chamaria uma segunda reunião com as entidades, também para formalização das cessões. No entanto, nada disso aconteceu.</p>
<p>Já no final de 2012, em 4 de dezembro, o CCD solicitou uma reunião com a secretaria municipal de Governança, para saber do andamento daquilo que havia sido acordado com a Casa Civil. Estavam presentes, além do secretário adjunto e do diretor da secretaria, representantes do Conselho de Cultura, SMIC e Regional de Planejamento 6. Um dos pontos que foram levantados dizia respeito à impossibilidade de ter-se um projeto cultural único com a repartição do CCZS, entrando em conflito com o prévio estabelecimento do MTG no único prédio capaz de abrigar um teatro. Outros pontos trataram da precariedade dos prédios e sustentabilidade da estrutura, tendo em vista o pequeno orçamento da cultura para o estado e das próprias entidades que receberiam a cessão. O representante do Conselho de Cultura não se mostrou muito simpático ao CCZS, dizendo que já haviam sido aprovados outros centros culturais não implementados até aquela data. O encaminhamento tirado da reunião foi que haveria um contato do diretor da Secretaria de Governança com a Casa Civil para tomar conhecimento da situação. Informalmente, tentei descobrir se esse contato foi feito, mas fiquei sem reposta.</p>
<p>Agora, acredito que devamos fazer uma<strong> nova mobilização e retomar a luta</strong>. A comunidade e a cidade merecem uma explicação.</p>
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		<title>O Mutirão Luz no Cárcere: nós por nós</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 20:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
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		<description><![CDATA[Texto enviado pela Carmela Grüne Foto: João Antônio Teixeira Junior O MUTIRÃO LUZ NO CÁRCERE: NÓS POR NÓS, aconteceu dia 19 de abril de 2013, no Presídio Central de Porto Alegre, e contou com os voluntários: Alberto Kopittke, Alexandre Lopes da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Texto enviado pela Carmela Grüne</strong></p>
<p><strong>Foto: João Antônio Teixeira Junior</strong></p>
<p>O MUTIRÃO LUZ NO CÁRCERE: NÓS POR NÓS, aconteceu dia 19 de abril de 2013, no Presídio Central de Porto Alegre, e contou com os voluntários: Alberto Kopittke, Alexandre Lopes da Silva Soares, Amaro de Duarte Abreu, Ana Lúcia Migowski da Silva, Antônio Carlos de Paula, Dealynson Luis Lima da Veiga, Dionata Lima, Domingos Secco, Gustavo da Fonseca Rodrigues, Jai T Junior, Kate Lima Dall&#8217;Agnol, Lucas Verniere Machado, Lucas da Veiga Costa, Luciano Marcantônio, Luis Flavio Trampo, Luizinho Martins, Michel Biasebetti Machado, Sabrina Santos Brum.</p>
<p>A iniciativa contribuiu para o desenvolvimento de outro olhar do espaço local, considerado um “não-lugar”, para um espaço de ocupação de saberes, de transformação, de mudança social, reforçando a importância da expressão da cidadania e do direito à memória no sistema prisional brasileiro. Muitas pessoas querem apagar crimes que ocorreram na história da humanidade, mas “como/o que” podemos aprender para não cometê-los novamente? Quando dialogamos, de dentro para fora da prisão, discutimos com maior igualdade, o sentido da pena, da violação e defesa da dignidade da pessoa humana. Sempre haverá dificuldades, mas são elas que nos testam. Será que somos capazes? Conseguiremos ir adiante? Mais um passo foi dado e muitos outros lindos passos daremos. Agradeço em primeiro lugar a Deus e segundo lugar a cada voluntário Alberto Kopittke, Alexandre Lopes da Silva Soares, Amaro de Duarte Abreu, Ana Lúcia Migowski da Silva, Antônio Carlos de Paula, Cármen Salete Souza, DealynsonLuis Lima da Veiga, Dionata Lima, Domingos Secco, Gustavo da Fonseca Rodrigues, Jai T Junior, Kate Lima Dall&#8217;Agnol, Lucas da Veiga Costa, Lucas Verniere Machado, Luciano Marcantônio, Luis Flavio Trampo, Luizinho Martins, Maick Lima da Silva, Michel Biasebetti Machado, Sabrina Santos Brum. Minha gratidão a Brigada Militar, Susepe, MPRS, Prefeitura de Porto Alegre, representada pelas Secretaria de Direitos Humanos, Luciano Marcantônio, Secretaria da Juventude, Luizinho Martins, e pelo vereador Alberto Kopittke. A Santa Transmedia Productions,. Porto Alegre.CC, Gustavo da Fonseca Rodrigues e Plinio Alexandre Zalewski Vargas, Nucleo Urbanoide, Lucas da Veiga Costa. A Nati Ruaro e Giovane Nardine IZN.</p>
<p>A todos que direta ou indiretamente multiplicaram a idéia para amigos, a todos os contatos do facebook, todos que fazem dessa rede virtual, ser uma rede colaborativa que vem crescendo e espalhando &#8211; é sim possível, uma sociedade mais inclusiva. Foi inesquecível, pude sentir a vibração do lugar. A preocupação que todos tiveram, o respeito, o profissionalismo, o amor que colocaram em cada ato de vontade.</p>
<p>Um grande abraço e meu carinho, minha oração vai para vocês!</p>
<p>Carmela Grüne – Idealizadora Projeto Direito no Cárcere, Mutirão Luz no Cárcere: nós por nós. <a href="http://www.facebook.com/direitonocarcere" target="_blank">www.facebook.com/direitonocarcere</a>,<a href="http://www.youtube.com/vlogliberdade" target="_blank">www.youtube.com/vlogliberdade</a>, <a href="http://www.direitonocarcere.blogspot.com/" target="_blank">www.direitonocarcere.blogspot.com</a></p>
<p><strong>QUER SABER MAIS SOBRE DIREITO NO CÁRCERE?</strong></p>
<p>HISTÓRICO &#8211; O Projeto Direito no Cárcere foi criado em 2011, pela advogada e jornalista Carmela Grüne, na Galeria E1, do Presídio Central de Porto Alegre, realiza atividades culturais semanais, com o objetivo fomentar a expressão da cidadania do detento, sobremaneira a capacidade de acreditar em si, o direito à memória no sistema prisional e a mudança de atitude da sociedade em relação aos presos. No primeiro ano, produzimos o documentário “Luz no Cárcere”, <a href="http://youtu.be/p506zy5utN4" target="_blank">http://youtu.be/p506zy5utN4</a>, o qual apresenta as práticas com os apenados.</p>
<p>CARACTERÍSTICAS – Utiliza a arte como meio de expressão, garantindo que o tempo no cárcere, seja um período de crescimento individual e coletivo. Cria-se uma memória positiva que deve ser de transformação pessoal, de geração de saberes e de restabelecimento de laços familiares e sociais, sendo a principal ferramenta de aproximação os meios cibernéticos, através da divulgação das atividades desenvolvidas no Projeto.</p>
<p>FORMATO &#8211; Orientados pela coordenadora do Projeto, Carmela Grüne, e com a presença de convidados, os detentos são incentivados a produzirem músicas, composições, artigos, poesias, fotografias, vídeos. Nessa expectativa de demonstrar saberes, são estimulados à produção do conhecimento, gerando autoestima, direcionamento de potencialidades ao bem coletivo, com reflexos diretos na família e na sociedade.</p>
<p>CONCEITO – Tem como base legal a Constituição Federal de 1988, que em seu artigo 5º, diz: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza” e fundamenta-se no Pacto Global da ONU, observando os princípios de respeitar, proteger e impedir violações de Direitos Humanos. Tem na sua concepção a integração transdisciplinar da arte, do direito, das neurociências e da tecnologia para colocar em prática experiências socioculturais que gerem mudanças de comportamentos, capazes de influenciar na afetividade e na visão do seu lugar no mundo, longe das drogas e da criminalidade. Como referenciais teóricos, identifica-se com o pensamento dos estudiosos António Damásio, Paulo Freire, Rubem Alves, Luís Alberto Warat, Augusto Boal.</p>
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		<title>A esperança da visita ao cárcere</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 19:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara Aquino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto enviado pela Ana Migowski &#8211; Voluntária do PortoAlegre.cc Fotos: João Antônio Teixeira Junior Sempre tive orgulho de ser voluntária do PortoAlegre.cc. Mas, depois do que este projeto me proporcionou no dia 19 de abril de 2013, esse sentimento se fortaleceu. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Texto enviado pela Ana Migowski &#8211; Voluntária do PortoAlegre.cc</strong></p>
<p><strong>Fotos: João Antônio Teixeira Junior</strong></p>
<p>Sempre tive orgulho de ser voluntária do <a href="http://portoalegre.cc">PortoAlegre.cc</a>. Mas, depois do que este projeto me proporcionou no dia 19 de abril de 2013, esse sentimento se fortaleceu. Nesse dia eu e o Secco tivemos a felicidade de representar o PortoAlegre.cc em uma visita ao <strong>Presídio Central de Porto Alegre</strong>, junto com uma equipe de quase 30 voluntários e artistas. Depois de duas semanas intensas auxiliando <strong>Carmela Grüne</strong> – idealizadora do projeto Direito no Cárcere – a organizar a ação “<strong>Mutirão Luz no Cárcere: nós por nós</strong>”, estávamos ansiosos para esse momento único em nossas vidas.</p>
<p>Veja as fotos da visita <a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.470178046388339.1073741832.241326579273488&amp;type=1" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong><a href="http://blog.portoalegre.cc/a-esperanca-da-visita-ao-carcere/ana03/" rel="attachment wp-att-1042"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1042" src="http://blog.portoalegre.cc/wp-content/uploads/2013/04/ana03-499x333.jpg" alt="" width="499" height="333" /></a></strong></p>
<p>Essa ansiedade era um misto de expectativa e medo do que encontraríamos lá. Sempre imaginei a prisão como um ambiente escuro, degradante e pesado – como mostram muitos filmes e noticiários. E, de fato, ela é. A diferença da ala E1 do Presídio Central de Porto Alegre é o clima de esperança e respeito que supera qualquer obscuridade. A roda de samba, o rap criado em um momento de reflexão sobre o cárcere, o café doce e o pão com mumu (doce de leite para os não-gaúchos) são alguns dos pontos que chamaram a atenção no começo.</p>
<p>Quebrado o “gelo” que qualquer integração entre pessoas desconhecidas impõe de pronto, foi possível identificar pessoas carentes. Uma carência de confiança, de uma segunda chance, de serem vistos como seres humanos que estão dispostos a cumprir suas penas e sair de lá melhores. São pais, filhos, amigos, adolescentes, cadeirantes, idosos, que se ajudam mutuamente, que torcem por seus times de futebol tão intensamente quanto qualquer um que possa frequentar um estádio.</p>
<p><a href="http://blog.portoalegre.cc/a-esperanca-da-visita-ao-carcere/ana02/" rel="attachment wp-att-1041"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1041" src="http://blog.portoalegre.cc/wp-content/uploads/2013/04/ana02-592x333.jpg" alt="" width="592" height="333" /></a></p>
<p>Na última sexta-feira a rotina carcerária dessa ala – que já é rompida toda semana pela presença da madrinha-voluntária-guerreira-jovem Carmela Grüne – recebeu novas cores. E essas cores não são metafóricas, mas sim bastante literais. Um grupo de artistas do grafite – arte urbana altamente expressiva que admiro há muito tempo – transformou o pátio onde os detentos tomam sol e recebem suas famílias. Esse espaço, antes escuro, com paredes degradadas e opressivas, foi preenchido com palavras, desenhos e até uma “porta para o céu”. Em menos de seis horas os artistas fizeram um trabalho maravilhoso, que emocionou a todos. Faço questão de citar cada um deles, que se comprometeram e, com uma responsabilidade ímpar, foram até lá, doaram seu tempo e trabalho, para uma causa: Amaro Abreu, Bina, Chambinho, Deon, Dionata, Gustavo Rodrigues Gripe, Kuca, Lucas Anão Vernieri, Michel Firma e Trampo.</p>
<p>A cobertura do evento também não poderia deixar de ser mencionada. João Antônio (Jai T), Antônio Ternura e Gripe fizeram um trabalho lindo, digno da sensibilidade de artistas que compreendem toda a situação. O mais interessante foi perceber nos detentos a sensação de que aquelas câmeras e captadores de som eram janelas para a rua. Eles querem dizer à sociedade que estão dispostos a mudar, a se reintegrar como cidadãos. O complicado é que não são ouvidos e tampouco têm voz.</p>
<p><a href="http://blog.portoalegre.cc/a-esperanca-da-visita-ao-carcere/ana01/" rel="attachment wp-att-1040"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1040" src="http://blog.portoalegre.cc/wp-content/uploads/2013/04/ana01-592x333.jpg" alt="" width="592" height="333" /></a></p>
<p>Muitos deles têm consciência de que cometeram crimes e delitos (ou que foram acusados disso), que devem pagar por isso. Mas, sabem também que um dia sairão do presídio e que precisarão encarar a vida de frente. O papel das casas de detenção não é apenas “fazê-los sofrer”.  É sim apartá-los da sociedade enquanto representam algum risco, recuperá-los através da reflexão que a privação da liberdade traz. A reprodução da violência física e psicológica não levará a lugar algum. Essa é minha convicção, mesmo já tendo sido assaltada e sofrido violência em Porto Alegre. Você pode ter outra opinião e vou respeitá-la. Talvez existam pessoas doentes, com problemas psiquiátricos, que cometem delitos. Esse é outro caso, e essas pessoas com certeza não devem ficar em presídios como o que visitamos.</p>
<p>O momento mais emocionante foi certamente quando os detentos viram a transformação do pátio. O contraste entre o concreto sujo e o pôr do sol pintado naquela parede levou esperança e motivação para que eles queiram ver também a arte produzida nas ruas. Em liberdade para mudar, para valorizar suas vidas e as vidas dos outros.  A despedida, que ocorreu no final da tarde, foi triste. A chamada dos detentos e a volta para suas celas restaurou a sensação de realidade. Mas a saída de lá não foi nem de perto o que eu imaginava. Ao invés de deixarmos o presídio deprimidos, saímos esperançosos.  Uma esperança que se estendeu durante a noite, com as conversas que tivemos com nossas famílias, amigos e entre nós mesmos no Facebook, Gtalk, etc.</p>
<p>Longa vida ao projeto Direito no Cárcere. Que ele traga frutos e atue na transformação dessas pessoas esquecidas pela sociedade, mas que um dia voltarão a ela. Continuaremos ajudando no que for preciso para transformar Porto Alegre em um lugar melhor para (a) <em>gente</em> viver.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Convite para pensar a convivência em Porto Alegre</title>
		<link>http://blog.portoalegre.cc/convite-para-pensar-a-convivencia-em-porto-alegre/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 12:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[código]]></category>
		<category><![CDATA[convivência]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>

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		<description><![CDATA[O novo Código de Convivência Urbana de Porto Alegre substituirá o Código de Posturas, que foi elaborado em 1975. Durante o ano de 2012, o antigo código foi objeto de uma primeira análise, coordenada pela Câmara Municipal de Porto Alegre, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O novo <strong>Código de Convivência Urbana de Porto Alegre</strong> substituirá o Código de Posturas, que foi elaborado em 1975. Durante o ano de 2012, o antigo código foi objeto de uma primeira análise, coordenada pela Câmara Municipal de Porto Alegre, e que ouviu alguns especialistas. Dessa primeira rodada da Constituinte do Cotidiano resultou um <strong>relatório com recomendações</strong> com destaque para a necessidade do<strong> maior envolvimento dos portoalegrenses na elaboração do novo Código</strong>. Este debate com a sociedade vai auxiliar na elaboração da proposta pela Constituinte do Cotidiano, que será enviada para a Câmara dos Vereadores como <strong>projeto de lei</strong>, ainda este ano.</p>
<p>São <strong>dez eixos</strong> que discutirão e encaminharão sugestões para compor o texto da proposta. O <a href="http://portoalegre.cc">PortoAlegre.cc</a> atuará no eixo sobre <strong>Participação, Colaboração e Voluntariado,</strong> pautado sob o entendimento de que para pensar a convivência em Porto Alegre é preciso um processo de <strong>mudança cultural</strong> e a reflexão sobre <strong>princípios educativos.</strong></p>
<p>Nosso objetivo é levar a discussão sobre convivência para a sociedade, trabalhando sete desafios que foram lançados pela Zero Hora no dia 18 de abril:</p>
<p><strong>Guarda Municipal</strong></p>
<p><strong>Justiça Restaurativa e Mediação de Conflitos</strong></p>
<p><strong>Boemia e Cultura com Silêncio</strong></p>
<p><strong>Ocupação de Espaços Públicos</strong></p>
<p><strong>Valor de Multas e Rigor das Penas</strong></p>
<p><strong>Poluição Visual</strong></p>
<p><strong>Impacto de Obras</strong></p>
<p>Cada tema será tratado em um <strong>encontro ao ar livre</strong> e por isso estamos convidando todos os voluntários do PortoAlegre.cc e cidadãos de Porto Alegre para uma <strong>reunião no velódromo do Parque Marinha</strong>,<strong> no dia 27 de abril, às 10h30</strong>. Nesta reunião serão definidas as datas e as dinâmicas para os encontros que discutirão os sete desafios, assim como todos os interessados em colaborar com sugestões para o novo Código de Convivência e também com a organização de cada encontro.</p>
<p>Confirme sua presença <a href="https://www.facebook.com/events/167260783438000">no evento no Facebook</a> e manifeste seu interesse em participar preenchendo o <a href="https://www.facebook.com/poa.cc/app_100265896690345" target="_blank">formulário</a>. Se você já é cadastrado como voluntário, apenas confirme sua presença enviando e-mail para contato@portoalegre.cc informando seu nome completo e número de celular.</p>
<p>Contamos com a sua participação =)</p>
<p>Foto enviada pela Ana Maria Mattos</p>
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		<title>Usar as redes para ajudar. De verdade.</title>
		<link>http://blog.portoalegre.cc/usar-as-redes-para-ajudar-de-verdade/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 15:02:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[voluntários]]></category>

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		<description><![CDATA[“As redes sociais são, definitivamente, um instrumento de mobilização em prol de causas humanitárias.” Assim começa essa matéria no Correio do Povo, sobre como voluntários vêm mobilizando-se através das redes sociais para ajudar os desabrigados no Rio de Janeiro. Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<em>As redes sociais são, definitivamente, um instrumento de mobilização em prol de causas humanitárias.</em>” Assim começa <a href="http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=483211">essa matéria no Correio do Povo</a>, sobre como <strong>voluntários</strong> vêm mobilizando-se através das redes sociais para ajudar os desabrigados no Rio de Janeiro.</p>
<p>Para quem ainda insiste na expressão “ativismo de sofá”, o trabalho voluntário desenvolvido em acontecimentos como esse mostram o quanto é possível fazer a partir de uma <strong>curtida</strong> ou de um <strong>compartilhamento</strong>.</p>
<p>Páginas criadas para arrecadar <strong>doações</strong> mostram o quanto se pode fazer e o quão importante é sim uma curtida e um compartilhamento para dar <strong>visibilidade</strong> para ações que inicialmente podem ser pequenas, mas que logo tornam-se de grande importância para a recuperação de famílias que perderam tudo em desastres como este.</p>
<p>Listagem das necessidades são publicadas e logo espalhadas pelas redes, tornando visível aquilo que é realmente necessário, as coisa das quais as pessoas estão precisando mesmo e fazendo com que esse processo de ajuda seja cada vez mais <strong>eficiente</strong> e <strong>efetivo</strong>.</p>
<p>Além disso, <strong>informação</strong> e <strong>conteúdo</strong> de extrema relevância para quem vive um problema como esse circulam nessas redes, de modo que não se trata somente de divulgar a busca por ajuda, mas também <strong>ensinar</strong>, <strong>educar</strong> e <strong>orientar</strong> como as vítimas e quem está ajudando pode e deve atuar em diferentes situações desse trabalho de <strong>recuperação</strong>.</p>
<p>Aprender com os percalços do caminho também faz parte dessa vida e é o que nós mesmos estamos nos ensinando mutuamente ao nos engajarmos através dessas redes em busca do <strong>bem comum</strong>.</p>
<p>Foto: Vladimir Platonov / Agência Brasil / CP</p>
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		<title>Natal Solidário com a Voodoo</title>
		<link>http://blog.portoalegre.cc/natal-solidario-com-a-voodoo/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2012 16:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[doações]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>
		<category><![CDATA[PortoAlegre.cc]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[voodoo]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste final de ano, a VooDoo angariou parceiros para uma iniciativa nova: recolher BRINQUEDOS, LIVROS, ROUPAS e MATERIAIS ESCOLARES para serem distribuídos, por ocasião do Natal, em uma entidade assistencial de Porto Alegre. E a gente tem o maior prazer em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste final de ano, a <a href="https://www.facebook.com/ritualvoodoo">VooDoo</a> angariou parceiros para uma iniciativa nova: recolher <strong>BRINQUEDOS</strong>, <strong>LIVROS</strong>, <strong>ROUPAS</strong> e <strong>MATERIAIS ESCOLARES</strong> para serem distribuídos, por ocasião do Natal, em uma entidade assistencial de Porto Alegre. E a gente tem o maior prazer em apoiar essa campanha.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-965" src="http://blog.portoalegre.cc/wp-content/uploads/2012/12/cartaz_voodoo_natal_web-235x333.jpg" alt="" width="235" height="333" /></p>
<p>Abaixo o recado da organização da campanha, os pontos de recolhimento das doações e os apoiadores. Não deixe de participar <img src='http://blog.portoalegre.cc/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em>É evidente que uma ação como essa não conseguirá resolver os problemas endêmicos de um Brasil enraizado no abandono e no descaminho de grande parcela de suas crianças e jovens, tampouco a VooDoo pretende ocupar um espaço assistencial que não lhe é devido. Ainda que saibamos que nossa atitude tem metas modestas, optamos por tentar interferir localmente e com as forças que possuímos. Acreditamos que, se unificarmos esforços entre produção, parceiros e frequentadores, podemos ter em mãos condições e energia suficientes para, pelo menos, oportunizar momentos de <strong>alegria local</strong>. E acreditamos hoje que não há nenhum sintoma colateral na alegria, por mais local que ela seja, ou pelo menos nenhum sintoma colateral mais grave do que o próprio abandono continuado.</em></p>
<div><em><strong>Leve sua doação na festa</strong> <strong>ou deixe nos postos de recolhimento</strong>: em tempo, avisaremos da entidade escolhida para receber as doações e convidaremos todos que optaram por unir-se à gente nesta ideia para participar desta edição especial que a VooDoo fará em local e para um público pouco usual: espécie de VooDoo Comunitária. Na ocasião de entrega, se tudo der certo, não levaremos somente brinquedos, mas também a música de nossos DJs, a dança dos Soul Brothers e &#8211; tanto quanto possível &#8211; o calor humano de nossos frequentadores habituais.Que este movimento nos sirva de combustível à crítica, e não somente como lapso de alegria e generosidade.</em><em>Por um mundo melhor de viver dentro.</em></p>
</div>
<div><em><strong>PONTOS DE RECOLHIMENTO:</strong>- A Virgem Bar &#8211; Rua Olavo Bilac, 251 &#8211; Cidade Baixa</em><br />
<em> &#8211; Aragäna – Rua Félix da Cunha, 1143 – Moinhos de Vento</em><br />
<em> &#8211; Dhomba Bar – Rua Gen. Lima e Silva, 1037 – Cidade Baixa- DonutsShop – Rua Lopo Gonçalves, 108 – Cidade Baixa</em><br />
<em> &#8211; Fluxo Escola de Fotografia Expandida – Rua Tomaz Flores, 134 – Independência</em><br />
<em> &#8211; Fundação ECARTA &#8211; Av. João Pessoa, 943 &#8211; Cidade Baixa</em><br />
<em> &#8211; Loja Beatnik &#8211; Shopping Total, loja 2186, 2° piso</em><br />
<em> &#8211; Loja Pandorga – Rua Miguel Tostes, 897 – Rio Branco</em><br />
<em> &#8211; Pinacoteca Bar – Rua da República, 409 – Cidade Baixa</em><br />
<em> &#8211; Rouparia – Rua Fernandes Vieira, 656 – Bom Fim</em><br />
<em>- Woodoo Lounge – Rua João Alfredo, 577 – Cidade Baixa</em><em><strong>APOIOS</strong>:</em><br />
<em> &#8211; Casa Campana Pizzas</em><br />
<em> &#8211; Catraca Filmes- Cidade Baixa em Alta</em><br />
<em> &#8211; Denken &#8211; Digital Office</em><br />
<em> &#8211; Estúdio Criativo Duquegalo 250</em><br />
<em> &#8211; Gráfica PressXpress</em><br />
<em> &#8211; JZK Pro Tools</em><br />
<em> &#8211; Jornal Cidade Baixa</em><br />
<em> &#8211; Liga Produção Cultural</em><br />
<em> &#8211; Núcleo Urbanóide</em><br />
<em> &#8211; <a href="http://portoalegre.cc">Porto Alegre.cc</a></em><br />
<em> &#8211; Programa Elefante (<a href="http://xn--mnima-zsa.fm/" target="_blank">mínima.fm</a>)- Programa Feijão com Farofa (<a href="http://xn--mnima-zsa.fm/" target="_blank">mínima.fm</a>)</em><br />
<em> &#8211; Soul Brothers</em></p>
<p><em><strong>Realização:</strong></em><br />
<em> VooDoo e Groove Cultural</em></p>
</div>
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		<title>Força de vontade e amor pela zona sul</title>
		<link>http://blog.portoalegre.cc/forca-de-vontade-persistencia-e-amor-pela-zona-sul-entrevista-com-jacqueline-custodio/</link>
		<comments>http://blog.portoalegre.cc/forca-de-vontade-persistencia-e-amor-pela-zona-sul-entrevista-com-jacqueline-custodio/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2012 17:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Causas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[centro cultural zona sul]]></category>
		<category><![CDATA[piquenique]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[PortoAlegre.cc]]></category>

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		<description><![CDATA[No início de abril, a Jacqueline Custódio cadastrou essa causa lá na plataforma, em busca de pessoas que quisessem se engajar na tentativa, já iniciada pela comunidade, de transformar a antiga fábrica de Artesanato Guarisse em um centro cultural. Até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No início de abril, a <strong>Jacqueline Custódio</strong> cadastrou <a href="http://portoalegre.cc/causas/cultura/centro-cultural-zona-sul/1885">essa causa</a> lá na <a href="www.portoalegre.cc">plataforma</a>, em busca de pessoas que quisessem se engajar na tentativa, já iniciada pela comunidade, de transformar a antiga fábrica de <strong>Artesanato Guarisse</strong> em um centro cultural.</p>
<p>Até 2007, o espaço serviu como sede do <strong>Fórum Tristeza</strong> e depois passou a abrigar o <a href="http://www.zonasulonline.com.br/index.php?option=com_sobi2&amp;sobi2Task=sobi2Details&amp;catid=14&amp;sobi2Id=3324&amp;Itemid=331">CCD – Centro Comunitário de Desenvolvimento da Tristeza</a>. Em maio deste ano, foi realizado um <a href="http://www.facebook.com/media/set/?set=a.356548157738705.82194.152531008140422&amp;type=3">piquenique no local</a>; ação que foi pensada nas <strong>reuniões de voluntários</strong> do <a href="http://www.portoalegre.cc">Porto Alegre.cc</a>.</p>
<p>Via e-mail e Facebook, conversei com a Jacqueline para que ela nos contasse como foi o primeiro contato dela com o espaço e como a situação vêm se desenrolando desde que ela se envolveu nessa luta.</p>
<p>Em sua fala, Jacqueline conta porque decidiu cadastrar a causa no PortoAlegre.cc, e mostra o quanto é importante a <strong>participação</strong>, o <strong>trabalho voluntário</strong> e a <strong>vontade de recuperar e reocupar</strong> esses lugares tão lindos de nossa cidade <img src='http://blog.portoalegre.cc/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> <a href="http://blog.portoalegre.cc/forca-de-vontade-persistencia-e-amor-pela-zona-sul-entrevista-com-jacqueline-custodio/reuniao-vitoria-cczs-1/" rel="attachment wp-att-912"><br />
</a></p>
<p><a href="http://blog.portoalegre.cc/forca-de-vontade-persistencia-e-amor-pela-zona-sul-entrevista-com-jacqueline-custodio/jacque-formatura/" rel="attachment wp-att-911"><img class="aligncenter size-medium wp-image-911" src="http://blog.portoalegre.cc/wp-content/uploads/2012/08/Jacque-Formatura-260x333.jpg" alt="" width="260" height="333" /></a></p>
<p><strong>Poa.cc &#8211; Quem é a Jacqueline Custódio?</strong></p>
<p><strong>Jacqueline -</strong> Eu nasci na zona norte, mas aos 9 anos vim morar na Vila Assunção. Hoje, moro na Vila Conceição. Então, há mais de 40 anos sou uma apaixonada pela zona sul da cidade. Fiz meus melhores amigos por aqui e andava com eles pelo bairro todo (sem o medo que se tem hoje).</p>
<p>Acabei de me formar em Direito, pela Fundação Escola Superior do Ministério Público (dia 25 de agosto). É a minha terceira faculdade: minha primeira foi medicina (com especialização em Medicina do Trabalho) e a outra, artes plásticas (especialização em fotografia), ambas na UFRGS. Mas trabalho na empresa de meu marido, fazendo a parte financeira. Meu trabalho de conclusão em direito foi &#8221; a participação popular na defesa do patrimônio público na cidade de Porto Alegre&#8221;. Nesse TTC, eu trago 4 casos, entre eles o do centro cultural.</p>
<p><strong>Poa.cc &#8211; Como iniciou o teu envolvimento com o complexo de prédios da zona sul? </strong></p>
<p>Na verdade, eu comecei a me envolver com o assunto patrimônio/urbanismo por conta da venda de uma passagem de pedestres na Vila Assunção, feita de forma irregular pela prefeitura. Na época (2009), eu participava de um grupo de estudos sobre direito urbanístico, fizemos um dossiê e levamos ao Ministério Público. Foi aberto um inquérito civil, com vista a uma ação civil pública. Para levantar dados, fui conversar com entidades representantes dos moradores. Com isso, acabei me envolvendo nas eleições para o Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental, no qual me elegi delegada pela RP6 (que representa a zona sul). Com isso, acabei conhecendo a Ângela Pellin, que já há mais tempo lutava para transformar o complexo da Landell de Moura num centro Cultural. Eu já conhecia o lugar, do tempo em que era o artesanato Guarisse, mas principalmente por ter casado no civil ali, quando já era o Fórum da Tristeza e sempre achei muito lindo o espaço. Quando ela me disse que lutava para torná-lo um centro cultural, achei que destino melhor não poderia ser dado e me engajei na luta.</p>
<p><strong>Poa.cc &#8211; Desde quando estás engajada em transformar o espaço em um complexo cultural?</strong></p>
<p><strong>Jacqueline -</strong>Acabei me engajando no início de 2010, participando de reuniões da entidade que encabeçava o movimento.</p>
<p><strong>Poa.cc &#8211; Conte um pouco sobre a trajetória (dificuldades e conquistas) desse trabalho em busca de apoios e parcerias com o governo e movimentos para que o complexo pudesse se concretizar?</strong></p>
<p><strong>Jacqueline -</strong>Foi um processo bastante longo, com muitos contratempos (desde 2005).  A proposta de projeto passou por três governos estaduais (Rigotto, Yeda, Tarso). Sempre que havia a troca, era preciso começar de novo. A primeira proposta, ainda no governo Rigotto, era transformar o lugar no Museu Antropológico do Estado. Depois, voltou-se a pensar no local como um centro cultural, conforme o projeto apresentado. Mas, como o local pertencia não só à secretaria da cultura, seu outro &#8220;dono&#8221;, a SUSEPE, queria que ali fosse um albergue para apenados do regime semi-aberto (!). Na melhor das hipóteses, que fosse uma quadra poliesportiva para os filhos dos apenados, descaracterizando o conjunto arquitetônico.</p>
<p>Também estiveram no local representantes de lojas maçônicas, interessados no espaço. As coisas pioraram quando houve um certo desconforto partidário em relação à Ângela Pellin, que concorria (e atualmente concorre) à vereadora    por um partido diferente do  atual governo estadual. Buscou-se apoio de vereadores do PT, na época em que a Sofia Cavedon estava na presidência da Câmara de Vereadores, mas sem muito sucesso. Chegamos a falar com o secretário estadual  de esportes, Khali Sebeh, na tentativa de mobilizar recursos da Copa para a construção de um polo turístico e de artesanato, em associação com a SMIC. Mas, as coisas não foram adiante. Foi então que dei a ideia de colocar &#8220;na rede &#8221; a causa, a fim de mobilizar o público em geral.</p>
<p><strong>Poa.cc &#8211; Quem são os grupos e pessoas que estão diretamente envolvidos contigo nesse processo?</strong></p>
<p><strong>Jacqueline - </strong>A principal entidade que está envolvida no processo é o Centro Comunitário de Desenvolvimento (CCD), do qual a Ângela era presidente. Além do CCD, tem outras entidades como o GET (grupo de empresários da Tristeza),  Feira de Artesanato da Tristeza, Radio Comunitária Ipanema,  AMBI (associação do bairro Ipanema), RP6, entre outros. Mas, com exceção do CCD, os grupos têm uma participação bem tímida no processo. Atualmente, o CCD conta com um presidente bastante jovem. Isso influenciou, e muito, a participação de uma parcela de jovens cidadãos no movimento.</p>
<p>Posso citar Guilherme Accetta (presidente), o Thiago Ramil Magalhães, Lucas Ferreira. É um pessoal que tem uma banda e que, através da música, está conseguindo mobilizar seus amigos.</p>
<p><strong>Poa.cc &#8211; Quais as tuas expectativas para a concretização do projeto agora que a parceria foi estabelecida?</strong></p>
<p><strong>Jacqueline - </strong>Bem, passada a fase burocrática, que é acertar os instrumentos de cessão de uso para todos os prédios e formalizar o condomínio para a administração comum, teremos que começar a captar recursos para aquilo que for eleito como passo inicial. Por exemplo, a biblioteca é um dos primeiros equipamentos culturais que deve ser implementado. Já existem muitos livros para o acervo e uma feira do livro que ocorrerá na praça da Tristeza, em outubro, fará coleta de mais livros que pretende doar para a biblioteca comunitária. Outros equipamentos, como é o caso do teatro, vão demandar uma negociação. O local tecnicamente apropriado para a sala, não está no prédio destinado ao pessoal do teatro e, sim, no prédio do MTG, que é o maior.</p>
<p>Minha expectativa é de diálogo e de visão do espaço como único, apesar de cada entidade ser responsável por seu prédio. O MTG já demonstrou que tem um espírito de colaboração, doando tinta para a pintura do prédio do CCD. Outra expectativa que se tem é receber algum recurso proveniente da preparação da Copa, já que a SECOPA e a SMIC são parceiras, via administração municipal. É possível que logo se implemente um bistrô/café para já começar a trazer visitantes. O certo é que temos muito trabalho pela frente.</p>
<p><strong>Poa.cc &#8211; Por que decidiu publicar a causa no PortoAlegre.cc? </strong></p>
<p><strong>Jacqueline - </strong>Como eu já referi, achei que se pudesse colocar na rede a luta e o espaço, poderia conseguir força de mobilização. Já da experiência com as passagens, vi que era muito importante mobilizar o maior número de pessoas. Também analisando os casos para o meu TCC, vi que a Rua Gonçalo de Carvalho teve a força que teve, por conta da grande capacidade de mobilização, que se deu em grande parte através da internet.</p>
<p>Conheci o site do PortoAlegre.cc (se não me falha a memória), no lançamento do <a href="vcongressodacidade.blogspot.com/">V Congresso da Cidade</a>. Achei sensacional a ideia e já cadastrei a causa das passagens da Vila Assunção (que até hoje ainda não foi resolvido, embora o MP tenha suspendido todas as vendas até que os fatos sejam esclarecidos). Assim, depois que a conversa com o secretário de esportes não mostrou resultados (a conversa foi em janeiro 2012), decidi colocar a causa no site. O legal é que teve a oficina, aqui na Zona Sul, onde conheci a Aline Bueno. Por coincidência, nas três oficinas (zona sul, Anchieta e centro), o centro cultural zona sul foi escolhido como causa para trabalhar. Resolvemos, na ocasião, fazer o piquenique, ocorrido em maio. Depois daquele evento, a coisa tomou outra proporção. Foi divulgado como evento no facebook e o movimento começou a ter força novamente. Depois, abaixo-assinado virtual, reunião chamada via facebook, fanpage, jornais, sempre dando visibilidade à causa.</p>
<p>Depois do piquenique, procurado pela imprensa local, a prefeitura se posicionou favorável, através da fala do Plínio Zalewski. Já o governo estadual, não quis se manifestar. Em poucos dias, noticiaram pela grande imprensa que já havia sido feita a partilha dos prédios, segundo decisão de uma suposta audiência pública ocorrida em 2011. A partir dessa informação, recorremos às secretarias cultura e da administração estaduais questionando sobre os critérios e a dita audiência pública. Também pedimos que o secretário Afonso Motta intercedesse junto à Casa Civil sobre o assunto. Ao mesmo tempo, entramos em contato com a secretaria da governança (municipal), através do sec. Busatto. Enfim, &#8220;esperneamos&#8221;.</p>
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<img src="http://blog.portoalegre.cc/wp-content/uploads/2012/08/reunião-vitoria-CCZS-1-670x411.jpg" alt="" width="670" height="411" /></a></p>
<p>Foto: arquivo pessoal e Ana LCBarcellos</p>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2012 17:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara Aquino</dc:creator>
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